História

Fundada em fevereiro de 1960, por um grupo de três empreendedores, liderados por Antônio João Bianchini, a empresa completou 50 anos com uma sólida estrutura. Hoje a Bianchini atua desde o beneficiamento ao pequeno produtor rural até atendendo às necessidades do mercado internacional.

Acompanhe nesta página os investimentos que a Bianchini fez durante estas cinco décadas de história até os dias atuais, sempre valorizando a qualidade e o respeito às pessoas.

1960: Fundação, no ramo de sabões e colchoaria

A Bianchini S.A. foi fundada em 9 de fevereiro de 1960, inicialmente como uma pequena fábrica de sabões, por um grupo de três amigos liderados por Antonio João Bianchini, um jovem audacioso, filho de pequeno agricultor e neto de imigrantes.

1965: Primeira fábrica artesanal, localizada em Bento Gonçalves/RS

Em 1965 somaram-se ao empreendimento, familiares de Antonio Bianchini e outros sócios, todos das mesma região e com as mesmas origens humildes, possibilitando a expansão e diversificação da empresa, com a entrada no ramo industrial da soja, na cidade de Bento Gonçalves.

1972: Ampliação da fábrica

A Bianchini S.A. logo cresceu, tornando realidade o sonho de seus idealizadores, tendo, inclusive, participado do grupo pioneiro de indústrias do setor, que, no início dos anos 70, aventurou-se no mercado internacional, passando, desde então e de forma ininterrupta, a exportar a produção brasileira de óleo e farelos de soja a todas regiões econômicas do planeta.

1975 a 1977: Implantação da primeira planta no Parque Industrial de Canoas/RS

Acompanhando a evolução da cultura da soja no Rio Grande do Sul, a empresa, frente à necessidade de incrementar sua produção, transferiu seu parque industrial para Canoas, onde implantou uma grande fábricas de esmagamento de soja, com capacidade de 1.500 tons/dia.

1978: Implantação da primeira estrutura portuária em Rio Grande/RS

Um dos momentos mais significativos da empresa foi sua instalação em Rio Grande (a partir de 1978), com o início de suas operações na área portuária.

1979: Implantação da segunda planta em Canoas/RS

A segunda grande fábrica de esmagamento de soja construída em Canoas tem capacidade de 2.500 tons/dia.

1981: Interiorização das atividades

Através de postos de recebimento, espalhados pelo estado do Rio Grande do Sul. Com essa estrutura, hoje a empresa alcançou uma participação de 18% a 20% no mercado de soja do estado.

1989: Transferência de uma das fábricas de Canoas/RS para Rio Grande/RS

Transferiu-se de Canoas sua 2º fábrica, a fim de servir com âncora de um complexo industrial-armazenador-portuário, instalado na retroárea do Superporto desde 1992.

2003: Construção de terminal de transbordos rodoferroviários em Cruz Alta/RS

Com o terminal em Cruz Alta, as cargas adquiridas nas regiões de produção são recebidas através do modal rodoviário e, daí, transbordadas para ferrovia e destinadas às fábricas de Canoas e Rio Grande.

Recentemente:

> No decorrer dos anos, essas fábricas foram ampliadas e hoje, juntas, processam até 5.500 tons/dia. Antonio João Bianchini conduziu a empresa até o seu falecimento em 2006. A Bianchini passou então a ser administrada por seus familiares, em conjunto com colaboradores mais antigos.